
Produza hipoclorito de sódio in loco por eletrólise — a partir apenas de água, sal (NaCl) e energia elétrica. Ou seja, sua planta gera o cloro na dosagem exata, de forma contínua e automatizada, sem comprar, transportar ou estocar cloro-gás ou hipoclorito comercial. Como resultado: mais autonomia, custo operacional menor e a eliminação do risco químico no armazenamento.
A cloração convencional depende de um insumo comprado, transportado e armazenado. Por isso, ela carrega três passivos técnicos que todo responsável pela ETA/ETE de uma planta conhece bem.
Porque o hipoclorito comercial (10–12%) perde teor de cloro ativo ao longo da estocagem, você paga por produto que se degrada. Além disso, somam-se frete, estoque parado e sobredosagem para compensar a perda de concentração.
Além disso, a continuidade do tratamento fica condicionada a fornecedor, prazo de entrega e disponibilidade. No entanto, uma simples ruptura de fornecimento já interrompe a desinfecção e compromete o residual da rede.
Cilindros de cloro-gás e tambores de hipoclorito concentrado no pátio implicam risco de vazamento, derramamento e exposição ocupacional. Por isso, exigem conformidade com a NR-20, ventilação, contenção e planos de emergência.
O gerador on-site Sanitation produz hipoclorito de sódio in loco por eletrólise de salmoura. A solução de NaCl circula por células eletrolíticas com eletrodos de titânio revestidos de óxidos metálicos mistos (MMO/DSA); ao aplicar corrente contínua controlada, o sistema oxida o cloreto e gera cloro ativo na hora. Além disso, a densidade de corrente define a dosagem, o que permite ajuste fino de ppm conforme a demanda de cloro e a qualidade da água tratada — tudo de forma contínua e automatizada.
A usina precisava de desinfecção confiável da água de processo, com dosagem precisa e residual estável, sem depender da compra e do estoque de cloro concentrado — e sem abrir mão da segurança operacional. Por isso, implantamos o gerador on-site Sanitation 36, com cloração in loco por eletrólise. Dessa forma, a planta deixou de ser compradora de cloro e passou a produzir o próprio agente desinfetante, na dosagem exata da sua demanda.
Desinfecção de água de processo, torres de resfriamento e reúso, com controle de biofilme e residual estável — sem depender de logística de cloro. Além disso, a dosagem sob demanda acompanha a sazonalidade da safra.
Cloro livre residual estável para higienização e tratamento de água conforme os padrões sanitários (MAPA/SIF). Dessa forma, o setor de qualidade mantém o ppm sob controle contínuo, sem oscilação de lote.
Grandes vazões de água de processo e reúso são tratadas com geração in loco. Assim, reduz-se a movimentação de produto químico perigoso e simplifica-se o inventário de insumos da planta.
A produção acontece sob demanda, na própria planta. Assim, o tratamento deixa de depender de entregas, frete ou estoque mínimo de terceiros.
Portanto, o fim da compra recorrente e da sobredosagem reduz o custo operacional (OPEX) por kg de cloro ativo.
O gerador trabalha com hipoclorito de baixa concentração (<1%). Portanto, elimina-se o cloro-gás e o estoque de concentrado — e, com eles, o risco de vazamento e exposição.
Assim, o cloro livre residual permanece estável e rastreável, porque atende aos padrões da Portaria GM/MS 888/2021 e aos requisitos sanitários da sua aplicação.
O controle por ORP/redox e densidade de corrente mantém o setpoint de ppm com mínima variação. Ou seja, o cloro certo, na hora certa, sem desperdício.
Além disso, o projeto é sob medida a partir da vazão (m³/h), da demanda de cloro e do residual-alvo da sua rede, com balanço de massa validado.
Primeiro, nossa engenharia faz um diagnóstico técnico do seu tratamento de água — vazão, demanda de cloro e residual-alvo. Em seguida, dimensiona o gerador on-site ideal para a sua planta. Sem compromisso.
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