No dia 16 de outubro, o mundo celebra o Dia Mundial da Alimentação. Em 2026, o tema escolhido pela FAO é “Innovate today. Nourish tomorrow.” (“Inovar hoje. Nutrir amanhã.”). Por trás de cada alimento seguro que chega à mesa, existe uma etapa pouco vista e indispensável: a água clorada usada na higienização, no processo e no controle sanitário da indústria.

Onde o cloro entra na indústria de alimentos

Em uma planta de grande porte, esse consumo é alto, contínuo e não pode parar. Se o cloro falta, a produção para junto.

O problema de depender de entrega

Na maioria das plantas, esse cloro chega de fora: em cilindros de cloro-gás ou em bombonas de hipoclorito concentrado (10 a 12%). Isso significa frete constante, estoque de produto perigoso, área de armazenamento controlada e equipe manuseando químicos corrosivos. Além disso, o hipoclorito concentrado perde força com o tempo e o calor. E qualquer atraso na entrega vira risco para a operação.

Como funciona a geração in loco

Com a linha Sanitation, a própria planta produz hipoclorito de sódio a partir de água, sal e energia elétrica, em concentração abaixo de 1% e conforme a demanda. O único insumo a estocar é o sal. O processo está explicado passo a passo em Como funciona o gerador de cloro?.

O case BRF Carambeí

Um exemplo recente: na BRF de Carambeí (PR), duas unidades Sanitation24 produzem 48 kg de cloro por dia, 100% da demanda do frigorífico, em locação. O projeto completo está em BRF Carambeí: 48 kg de cloro por dia produzidos na própria planta.

Inovar hoje, nesse caso, é deixar de comprar um insumo crítico e passar a produzi-lo.

Leia também: Gerador de cloro: benefícios e aplicações no saneamento e na indústria.

Sua planta também pode produzir o próprio cloro. Solicite um dimensionamento: h2ogeradoresdecloro.com.br/dimensionamento · (18) 99117-7117

Fontes: World Food Day 2026 (FAO) · BRF Carambeí (blog H2O, 02/10/2026).